“Não estou bem, mas vou ficar. É uma questão de tempo. Sempre é. Com o tempo essa dor absurda e essa saudade gritante vão perder a frequência. Com o tempo a dor diminui e as cicatrizes vão se fechar quase que imperceptivelmente. As coisas voltarão para os seus devidos lugares, assim como os sentimentos confusos. Lugares esses, de onde nunca deveriam ter saído. A tempestade vai embora e junto com ela todas as minhas lágrimas. Porque a vida não para e o relógio só se atrasa por falta de bateria ou quando se acaba o horário de verão.”
— Querido John
(via i-dolatrando)
“As pessoas possuem cicatrizes. Em todos os tipos de lugares inesperados. Como mapas secretos de suas historias pessoais. Diagramas de suas velhas feridas. A maioria de nossas feridas podem sarar, deixando nada além de uma cicatriz. Mas algumas não curam. Algumas feridas podemos carregar conosco a todos os lugares, e embora o corte já não esteja mais presente há muito, a dor ainda permanece… O que é pior, novas feridas que são horrivelmente dolorosas ou velhas feridas que deviam ter sarado anos atrás mas nunca o fizeram? Talvez velhas feridas nos ensinem algo. Elas nos lembram onde estivemos e o que superamos. Nos ensinam lições sobre o que evitar no futuro. É como gostamos de pensar. Mas não é o que acontece, é? Algumas coisas nós apenas temos que aprender de novo, e de novo, e de novo…”
— Grey’s Anatomy
“Feliz por fora, destruído por dentro. É assim que eu me sinto todos os dias, e com essa insegurança que continua a me consumir. Tenho tantos medos, medo de ficar sozinho, medo de não ser bom o suficiente, medo de nada dar certo no futuro. Me sinto deslocado, desorientado e confuso. Tento achar um saída pra essa sensação de insegurança, mas parece que nada do que eu faço faz sentido, eu não faço nada certo, tudo dando errado e desmoronando sempre. Só queria alguém que me entendesse, alguém que sem nem ao menos eu dizer uma palavra, perceba que eu não estou bem e me abraçasse, que essa “felicidade” é uma máscara para evitar tantas perguntas sem sentido, tantas pessoas falsas que fingem que se importam. Apenas quero tirar essa insegurança de dentro de mim, quero alguém pra contar, alguém que diga que tudo ficará bem. Eu acho que o problema sou eu.”
— Erronizar.
(via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)
“Eu decorei os teus sorrisos, digo, todos eles. Você sorri quando me vê, esse foi bem fácil de perceber, é sempre longo e da pra ver os teus dentes inferiores. Você sorri por educação, esse é bem rápido. Você sorri quando acha algo engraçado e esse sempre vira gargalhada e te deixa sem fôlego. Você sorri quando está com vergonha e as suas faces coradas falam por você. Você sorri quando te fazem uma surpresa, esse também foi fácil de perceber, teus olhos sempre ficam marejados. Você sorri quando lembra de alguma coisa e o seu olhar fica paralisado. Você sorri quando diz que me ama e esse se parece bastante com o seu sorriso tímido. Você fecha a cara quando diz que me odeia, mas você sorri com os olhos.”
— Querido John.
(via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)
“Então vai lá: domine seu mundo, assuste seus monstros, afaste seus medos, crie suas expectativas, derrube suas angústias, acabe com sua ansiedade, preserve sua humildade, afogue seu ego, afague sua simplicidade. Você é artista e não um figurante da sua arte. Domine-a. Eduque-a. Xingue-a. Maltrate-a. Ame-a. Respeite-a. Entende-a de a a z. Ela será sua por uma vida inteira e até um pouco mais. Então vai lá! Aconteça o que acontecer: faça! Faça o que fizer: aconteça! Faça acontecer ou morra com a amargura de ter vivido no poderia ter feito, no poderia ter acontecido… Quer dor maior?”
— Eu me chamo Antônio.
(via casebre)
(via resumindoempalavras)
“As pessoas possuem cicatrizes. Em todos os tipos de lugares inesperados. Como mapas secretos de suas historias pessoais. Diagramas de suas velhas feridas. A maioria de nossas feridas podem sarar, deixando nada além de uma cicatriz. Mas algumas não curam. Algumas feridas podemos carregar conosco a todos os lugares, e embora o corte já não esteja mais presente há muito, a dor ainda permanece… O que é pior, novas feridas que são horrivelmente dolorosas ou velhas feridas que deviam ter sarado anos atrás mas nunca o fizeram? Talvez velhas feridas nos ensinem algo. Elas nos lembram onde estivemos e o que superamos. Nos ensinam lições sobre o que evitar no futuro. É como gostamos de pensar. Mas não é o que acontece, é? Algumas coisas nós apenas temos que aprender de novo, e de novo, e de novo…”
— Grey’s Anatomy